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AMAR, VIVER, LUTAR, ATÉ TUDO ACABAR CORDEL ENCANTADO CONVOCA MEMÓRIA TELEAFETIVA E ASSINALA INFLUÊNCIA TROPICALISTA

Aurora Almeida de Miranda Leão

GT 3 — Folkcomunicação Midiática

A vinheta de abertura de Cordel encantado (TV GLOBO, 2011) e a cena final da telenovela são o objeto deste artigo. Entendendo a televisão como espaço de revisitação social para a formação de uma memória teleafetiva (BRESSAN JR., 2019), identificamos como folkmidiático o produto que anuncia a obra, enquanto a última sequência evoca uma narrativa com reis e princesas, inspirada em lendas da Europa Medieval, sendo dedicada “aos poetas populares do Nordeste e aos Tropicalistas que, a partir deles, nos reinventaram”.Nesse viés, esta análise busca perscrutar que imaginários são reavivados por estes entrelaces da teleficção e de que forma o legado tropicalista transparece no subtexto ficcional. Para tanto, seguimos metodologia híbrida que une a pesquisa documental e a Análise Discursiva de Imaginários (MACHADO, 2003).

Keywords:

Cordel encantado; Ficção seriada; Tropicalismo; Imaginários; Memória Teleafetiva.

Rede Folkcom - 2024

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