

Karina Janz Woitowicz
GT 1
PRÁTICAS DE JORNALISMO E ATIVISMO FEMINISTA:
Contribuições da folkcomunicação para a comunicação de grupos marginalizados
A noção de grupos marginalizados, que constitui um dos fundamentos da teoria da folkcomunicação (Beltrão, 1980), tem sido referenciada como uma importante contribuição para o estudo das práticas de comunicação de setores da sociedade situados à margem de sistemas hegemônicos, seja em termos políticos, sociais ou culturais. O presente texto, ao propor um diálogo com a perspectiva beltraniana, busca apresentar as possibilidades de apropriação da teoria para pensar sobre o ativismo feminista no ambiente digital. Para tanto, são sistematizados alguns princípios do jornalismo feminista baseados em experiências de organizações na América Latina, com o objetivo de promover aproximações entre a teoria da folkcomunicação e a prática comunicacional de movimentos de contestação que lutam pela igualdade de gênero.
Palavras-chave:
Folkcomunicação; grupos marginalizados; ativismo feminista; movimentos sociais
