
10º Conferência Brasileira de Folkcomunicação
Ponta Grossa/PR
A Comunicação dos Migrantes: Fluxos massivos, contrafluxos populares
Com a temática central: A Comunicação dos Migrantes: Fluxos Massivos, Contra-Fluxos Populares, foi realizada a X Conferência de folkcom no período de 16 a 19 de agosto, na Universidade Estadual de Ponta Grossa - UEPG, PR. Esse tema teve o objetivo de compreender como a Folkcomunicação funciona em um país de migrantes. Muitas manifestações tornam-se referências e são registradas pela mídia criando um fluxo de informação massiva. Em contrapartida, isso gera contrafluxos folkcomunicacionais. Emissores, canais/mensagens e receptores diversos interagem com as localidades de origem e de destino. Para analisá-las é preciso identificar os fluxos midiáticos e os contrafluxos folkcomunicacionais provenientes daqueles que migram em que o folk e o massivo se mesclam.
A apresentação dos trabalhos ocorreu de duas formas, em painéis subtemáticos: “Expressões folkcomunicacionais nos grupos étnicos paranaenses”; “Fluxos de imigração: resistências e rupturas na comunicação popular/massivo”; “Comunicação de massa e sincretismo cultural: estereótipos, tradições, modismos e identidades flutuantes”. E, em quatro grupos de trabalho: Folkcomunicação e Teoria e Metodologia; Folkcomunicação e Gêneros e Formatos; Folkcomunicação Turística e Religiosa; Folkcomunicação midiática. Além disso, também programou atividades culturais e visitas técnicas aos patrimônios históricos e naturais da cidade.
Foi uma conferência sob a coordenação local de Sérgio Gadini e Karina Janz realizada pelo Centro Acadêmico João do Rio (CAJOM), pelo Departamento de Comunicação - Decom/Jornalismo UEPG; Universidade Estadual de Ponta Grossa, Cátedra Unesco/Umesp de Comunicação para o Desenvolvimento Regional e Rede Folkcom. Contou com o apoio da Fundação Araucária - Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Paraná.
Texto: SCHMIDT, Cristina. Folkcomunicação: Memória Institucional. in: Panorama da comunicação e das telecomunicações no Brasil v. 2. Brasília: IPEA, 2010.

