Conheça os TCCs de Folkcomunicação defendidos em 2023 e 2024
- Andriolli Costa
- há 2 dias
- 3 min de leitura
A Festa do Guaraná: a folkcomunicação nos aspectos do festival
Thayna Silva de Sousa (Faculdade Boas Novas, 2023)
Orientador: Hernán José Gutiérrez Herrera
Curso: Comunicação Social – Jornalismo
O trabalho analisa a Festa do Guaraná, realizada em Maués, no Amazonas, sob a perspectiva da folkcomunicação. A pesquisa observa como o festival mobiliza manifestações culturais, símbolos, tradições e formas populares de comunicação ligadas à identidade local. Também discute a contribuição do evento para o desenvolvimento cultural, social e econômico do município, concluindo que a folkcomunicação pode colaborar para a valorização e divulgação da festa e da cultura de Maués.
Documentário “Liderança e ativismo: folkcomunicação na Umbanda da Cabana da Vovó Maria Conga”
Jhoária Ferreira Carneiro (UESPI, 2023)
Orientador: Flávio Menezes Santana
Curso: Jornalismo
O documentário aborda a liderança religiosa e o ativismo desenvolvidos na comunidade umbandista da Cabana da Vovó Maria Conga. Pela perspectiva da folkcomunicação, o trabalho permite compreender como símbolos, narrativas orais, práticas religiosas e formas comunitárias de comunicação contribuem para a preservação da memória e para a resistência cultural de um grupo religioso afro-brasileiro. O produto foi finalista e posteriormente vencedor do Prêmio Luís Custódio da Silva de Produção Audiovisual, concedido durante a Folkcom 2023.
Texto e vídeo não disponíveis
A folkcomunicação como estratégia de evangelização da Assembleia de Deus do povoado Torrões, em Picos/PI
Carolina da Silva dos Santos (UESPI, 2023)
Orientador: Flávio Menezes Santana
Curso: Jornalismo
O trabalho investiga como a Assembleia de Deus do povoado Torrões, localizado em Picos, utiliza práticas comunitárias e populares de comunicação em suas atividades de evangelização. A partir da folkcomunicação, a pesquisa procura reconhecer os agentes, linguagens, testemunhos, relações de proximidade e canais informais que permitem a circulação das mensagens religiosas. O resultado foi apresentado no formato de livro-reportagem, com o título A igreja que comunica as boas novas.
Texto não disponível
Folkmarketing e comunicação mercadológica: análise de conteúdo das estratégias de comunicação da Cerveja Magnífica utilizando elementos da cultura maranhense
Juliana Karen Sousa Leitão (Universidade Federal do Maranhão, 2023)
Orientadora: Francinete Louseiro de Almeida
Curso: Comunicação Social – Relações Públicas
Texto não disponível
Estratégias de folkmarketing: estudo de caso de marcas nacionais no São João de Campina Grande
Tatiany Tavares de Oliveira (Uniesp/IESP, 2023)
Orientador: Não identificado no registro público consultado.
Curso: Comunicação Social – Publicidade e Propaganda
Texto não disponível
TV local e folkcomunicação: aspectos da cultura popular no programa televisivo policial alagoano Fique Alerta
Luciano Cardeal dos Santos (UFAL, 2023)
Orientador: Ruy Matos e Ferreira
Curso: Comunicação Social – Jornalismo (bacharelado)
Resumo: O trabalho analisa o programa policial alagoano Fique Alerta pela perspectiva da Folkcomunicação, procurando identificar elementos da cultura e da comunicação popular presentes em seus quadros. A pesquisa considera aspectos vocabulares, cenográficos, interativos e sociais do programa, bem como as relações estabelecidas entre apresentadores, líderes de opinião e telespectadores. Por meio de pesquisa bibliográfica e da observação do conteúdo televisivo, o autor articula as formulações de Luiz Beltrão às características do jornalismo policial e demonstra como o programa incorpora linguagens, personagens e formas de participação vinculadas às classes populares e aos públicos socialmente marginalizados.
Pagode na capital: as estratégias de comunicação digital do Grupo “Menos é Mais”
Mayra Ricarte de Lima (UnB, 2023)
Orientadora: Kátia Maria Belisário
Curso: Comunicação Organizacional (bacharelado)
Resumo: A pesquisa investiga as estratégias de comunicação digital empregadas pelo grupo brasiliense de pagode Menos é Mais para construir uma identidade associada a Brasília e ampliar a circulação do gênero para além do eixo Rio de Janeiro–São Paulo. O estudo combina revisão bibliográfica nos campos da Comunicação, do Marketing e da Folkcomunicação com uma análise das publicações do grupo no Instagram entre outubro de 2019 e setembro de 2023, período que abrange momentos anteriores, simultâneos e posteriores à pandemia. A autora observa como conteúdos audiovisuais, referências territoriais, formas de interação com o público e estratégias de presença nas plataformas contribuíram para aproximar o grupo de sua origem brasiliense e para projetá-lo nacionalmente no mercado do pagode.
A importância dos benzedeiros na cultura popular do Rio Grande do Norte no contexto da folkcomunicação
Sulla Débora Ovídio Miranda (UFRN, 2024)
Orientador: Daniel Dantas Lemos
Curso: Comunicação Social – Jornalismo
O trabalho investiga os benzedeiros como agentes de comunicação popular responsáveis por transmitir saberes, crenças e práticas de cura no Rio Grande do Norte. Sob a perspectiva da folkcomunicação, a benzedura é compreendida não apenas como prática religiosa ou terapêutica, mas como processo comunicacional sustentado pela oralidade, pela confiança e pelas relações comunitárias. A pesquisa conclui que, mesmo diante das transformações tecnológicas e sociais, os benzedeiros permanecem como símbolos de resistência cultural, pertencimento e continuidade da memória coletiva.
A influência cultural na publicidade: Folkmarketing como estratégia para ressignificar tradições e fortalecer identidades regionais
Jéssica Pereira da Silva (UESC, 2024)
Orientador: Marcelo Pires de Oliveira
Curso: Comunicação Social
Resumo indisponível





Comentários