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Ancestralidade; Religião de matriz africana; Telenovela; Gênero; Raça.

Júnia Martins

GT 4

NÃO VOU FUGIR DO MEU ODÚ:

Liderança Feminina e Desestigmatização do Candomblé em Representação Teledramatúrgica

Saberes ancestrais oriundos de religiões de matriz africana são historicamente depreciados e/ou invisibilizados pela grande mídia, espelhando o racismo estrutural da sociedade. Neste trabalho, recorrendo a textos de Edison Carneiro (1977), Abdias Nascimento (2016) e Cida Bento (2022), especialmente, analisamos a desestigmatização do candomblé performada pela personagem Inácia na novela Renascer (2024), enquanto iyalorixá negra e nordestina. Utilizando pesquisas bibliográfica e documental, de abordagem qualitativa e decolonial, concluímos que a teledramaturgia pode auxiliar na ampliação do debate de temas nevrálgicos e na desconstrução de estereótipos racistas.

Palavras-chave:

Ancestralidade; Religião de matriz africana; Telenovela; Gênero; Raça.

Rede Folkcom - 2024

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