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Cosmotécnicas; cosmopolítica; sonoridades afrodiaspóricas; ancestralidade; movimento.

Vítor Henrique Guimarães Lima

GT 4

MOVER-SE ATENTO PELAS ESTRADAS DO TEMPO:

Ancestralidade como Princípio Estético Sonoro e Orientador de Projetos de Vida na Diáspora Africana na América

A partir do entendimento de cosmotécnica e cosmopolítica de Yuk Hui (2020) e de vestígios de Christina Sharpe (2023), este texto-reflexão se dedica à investigação das formas de agenciamento da ancestralidade na música, e como esse processo também dá dicas da feitura e regulação de projetos de vida negros – cosmopolíticos – nos contextos de Diáspora. Parte-se do entendimento de que a escravidão transformou a categoria “raça” num dispositivo indissociável das operações e tensões da vida sociopolítica, e que a imaginação e a criação (da estética) negra, a partir desse novo momento, passam a carregar intencionalidades diferentes das observadas na África pré-colonial, através de rememorações e invenções de si reelaboradas, como traz Anne Lafont (2023).

Palavras-chave:

Cosmotécnicas; cosmopolítica; sonoridades afrodiaspóricas; ancestralidade; movimento.

Rede Folkcom - 2024

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