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Do cordel para o cinema: muito além do que se vê
Sheyla Graziela Crispim Lacerda
GT 2 — Morfologia da Folkcomunicação: Gêneros e Formatos
O objetivo deste artigo é analisar a tradução do cordel “A moça que dançou depois de morta” para o cinema. O curta-metragem lançado em 2003, dirigido por Ítalo Cajueiro, conta com xilogravuras originais do autor do cordel, o pernambucano José Francisco Borges(J.Borges). Consideramos o conceito de folkcomunicação para observar como, neste caso, a linguagem do cinema permite uma ampliação de significados embora o curta evidencie a busca pela “fidelidade” ao original.
Palavras-chave:
Tradução intersemiótica; literatura de cordel; cinema; folkcomunicação.
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