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Aspectos interculturais nos filmes de Isao Takahata e Hayao Miyazaki como brechas do mercado de animação

Lilia Nogueira Calcagno Horta

Alaic

2022

O estúdio nipônico de animação, o Ghibli, fundado em 1985 se destaca na cena anime e também no mercado internacional através dos seus enredos e estética, recebendo vários prêmios ao logo de sua existência. Os principais diretores Isao Takahata e Hayao Miyazaki, trazem em seus longas-metragens reflexões a respeito da vida em sociedade, tensões sobre o uso da tecnologia em relação a natureza, bem como elementos de outras culturas, buscando referências tanto no próprio país, quanto elementos ocidentais para a construção dessas obras. Isao Takahata, em suas entrevistas comenta que tem como influencia as obras de Frédéric Back, um franco-canadense, Yuri Norstein, um russo, e também o francês Paul Grimault e justamente por tal motivo consegue destoar das produções do mercado audiovisual. O presente artigo pretende discorrer sobre alguns aspectos interculturais na construção dos filmes produzidos por Isao Takahata e Hayao Miyazaki – A viagem de Chihiro (2001), Memórias de ontem (1991) e Meus vizinhos os Yamadas (1999) – através de um traço comparativo com filmes dos diretores estrangeiros citados previamente, utilizando como metodologia, propõe-se usar pesquisa documental por meio de entrevistas dos diretores, investigações bibliográficas e análise fílmica

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